Flow
Sou o Florian, mais conhecido como o Flow, ou o Francês...ao final das contas pouco importa: tudo começa com um F! O F de footwear (sneakerhead desde meus 8 anos), o F de fashion (afinal nasci no pais da moda), o F de flight entre a Europa e o Brasil (estou morando pela 3ª vez em São Paulo), o F de festival (sou fã de musica de todos os tipos e de cinema também), o F de "fala logo!" (ou demais hehe)
02-02-10
A Opening Ceremony, cujo nome é uma homenagem ao ritual elaborado pelo Pierre de Coubertin que criou os jogos olímpicos modernos, é um ambiente multifacetada composto de espaços de varejo, showroom e galeria que estabelece um novo fórum internacional criativo no centro de Manhattan. O objetivo desse espaço é reunir o trabalho de talentos emergentes ou estabelecidos tanto americanos quanto do exterior. A vontade inicial era que a cada ano, o caráter único comercial e cultural de uma cidade do mundo seja representado e reproduzido na Opening Ceremony, a partir da própria experiências dos donos lá fora. Assim era recriada uma excursão de compras com base em quatro perspectivas diferentes – designer reconhecido (criadores mais famosos do país),designer emergente (no sentido positivo da palavra), peças vintage e peças que se encontram em mercados/feiras. Assim foram abordados os mercados de Hong Kong, do Brasil, da Alemanha, do Reino Unido, da Suécia e do Japão.

Na Primavera de 2008, Opening Ceremony lançou um projeto de colaboração permanente com a atriz e ícone dd estilo, Chloë Sevigny, colaboração que continua até hoje para cada estação. Alias, o design colaborativo tem sido um aspecto fundamental da filosofia de varejo da empresa. Os projetos de colaboração já envolveram nomes como Tretorn,M aui and Sons, Nike, Red Wing, Levi’s. Mas em 2009 criaram também uma mini-coleção especial parao lançamento do filme Where the Wild Things Are. Mas mais que tudo, eles também desenham a própria coleção deles, e é isso que nos interessa hoje.

A primeira entrega da coleção da Opening Ceremony esperada nas lojas no início do outono de 2010, se intitula On y va e se inspira no estilo e na cultura da França moderna, com um toque de clássico do país da baguete, e até com uma influência maior da sua parte ocidental norte: a Bretanha. Eu nasci em Nantes, e para mim ficou flagrante, já que na hora reconheci as listras clássicas dos tricôs usados pelos marinheiros, geralmente pretas ou azul marinho sobre fundo branco, ou brancas sobre um fundo azul marinho. Mas reconheci também a silhueta dos casacos típicos que se pode encontrar nos marinheiros bretões em qualquer porto da região, e botoeira típica das blusas deles, que vai do ombro até o pescoço Portanto, a influência vem também dos ciganos europeus e do estilo (principalmente os casacos) dos estudantes revolucionários de maio 1968 (até me lembra o estilo do meu pai na época). Alguns dos principais destaques da coleção são os ternos macios e volumosos, as peças com gola xale, e claro as blusas/camisetas listradas e os casacos de diferentes comprimentos.
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)




Na minha opinião, essa é uma coleção muito fácil de vestir todos os dias e deve sair por um preço mais acessível do que poderá achar nas Maisons de moda tradicionais.
